segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Resenha: Dragões de Éter - Caçadores de Bruxas

O que posso dizer dessa trilogia? Acho a escrita do Raphael ótima, e nunca esperava me encantar tanto com os livros, como estou!

Em Caçadores de Bruxas, somos apresentados a personagens cativantes e envolventes, e uma estória fantástica e um mundo extraordinario. Nova Éter, onde tudo e nada pode acontecer.

É todas as estórias de contos de fadas, de um jeito mais realista, e não tão "feliz" assim. Amei ver um autor brasileiro fazer essa variação de estórias que tem em Dragões de Éter. 

Fascinante, encantador, faz você amar, até odiar alguns personagens, torcer para outros e vibrar com cada nova vitória. Sensacional. E o jeito como ele coloca as bruxas nessa estória toda, as boazinhas, e as más. Meu Deus como eu devorei o primeiro e segundo rápido, faltando só o terceiro, e com gostinho de quero muuuito mais!

Sinopse: Nova Ether é um mundo protegido por poderosos avatares em forma de fadas-amazonas. Um dia, porém, cansadas das falhas dos seres racionais, algumas delas se voltam contra as antigas raças. E assim nasce a Era Antiga. Essa influência e esse temor sobre a humanidade só têm fim quando Primo Branford, o filho de um moleiro, reúne o que são hoje os heróis mais conhecidos do mundo e lidera a histórica e violenta Caçada de Bruxas. Primo Branford é hoje o Rei de Arzallum, e por 20 anos saboreia, satisfeito, a Paz. Nos últimos anos, entretanto, coisas estranhas começam a acontecer... Uma menina vê a própria avó ser devorada por um lobo marcado com magia negra. Dois irmãos comem estilhaços de vidro como se fossem passas silvestres e bebem água barrenta como se fosse suco, envolvidos pela magia escura de uma antiga bruxa canibal. O navio do mercenário mais sanguinário do mundo, o mesmo que acreditavam já estar morto e esquecido, retorna dos mares com um obscuro e ainda pior sucessor. E duas sociedades criminosas entram em guerra, dando início a uma intriga que irá mexer em profundos e tristes mistérios da família real. E mudará o mundo.


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