quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Resenha do Livro: A Menina Que Roubava Livros

Oie pessoinhas lindas, como vocês estão? Espero que beem ^.^
Eu sei que dei uma sumidinha, mais agora estou de volta (PC estava de férias =D) e quando ele fica de férias, vocês não acham uma boa eu passar a maior parte do meu tempo lendo? haha'. Eu também e por isso essa semana trago duas resenhas para vocês e olhem, vocês não sabem como estou feliz de terminar de ler estes livros ^.^
Então vou parar de enrolar vocês e começar logo não é mesmo? haha'

Nome: A Menina que Roubava Livros
Autor: Markus Zusak
Nº de páginas: 494
Editora: Intrínseca
Classificação:





Sinopse: A Menina que Roubava Livros

Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em A Menina que Roubava Livros.

Desde o início da vida de Liesel, na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido da sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona de casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, O Manual do Coveiro. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve.

Foi o primeiro de vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram estes livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte.

O gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto a sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar. Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal. Mas só quem está ao seu lado sempre e testemunha a dor e a poesia da época em que Liesel Meminger teve sua vida salva diariamente pelas palavras, é a nossa narradora. Um dia todos irão conhecê-la. Mas ter a sua história contada por ela é para poucos. Tem que valer a pena. 

Resenha


"Quando a morte conta uma história, você deve parar para ler!". Essa frase já é arrepiante e intrigante ao mesmo tempo não é mesmo? Então imagina a morte escrevendo um livro nos tempos de Hitler e ao mesmo tempo acompanhando uma garota chamada Liesel, o que você caro leitor que nunca leu ou nunca ouviu falar deste livro, o que pensaria? Eu não me lembro se foi uma amiga, ou uma professora que me disse deste livro, só sei que queria ler, pois todos falavam que era emocionante e muito bom. Dito e feito. O livro é MARAVILHOSO!

Fez uns dois anos que eu tinha lido a menina que roubava livros pela primeira vez na minha vida, e na segunda vez sei porque eu adorei tanto. Só o final que não curto muito, sério que final é aquele? É para me fazer chorar litros?? haha'.

É diferente, todo mundo está acostumado com o mocinho ou a macinha contar o livro e desta vez é a morte. Pronto, já deixa qualquer um muito assustado e com medo de ler (Está é para o meu amigo de classe ;D). Olha a estória de Liesel é chocante, é de fazer qualquer um amolecer o coração logo nos primeiros capítulos e quando o "pai" dela aparece, o Hans as coisas ficam boas de vez. Ele é um paizão, e quando sabe que a filha tem pesadelos com o seu irmã morto ajuda ela, lendo um livro ou tocando o seu acordeão. Ou melhor ainda ensinando ela a ler e escrever. Confesso que a Rosa mãe de Liesel, até me deu um certo medo no começo, mais percebemos que mesmo ela tratando mal todo mundo, ela ama e muito todos. Sabe aquele tipo de pessoa que gosta em segredo e maltrata um pouco só para não deixar transparecer que gosta? É Rosa =D

E não vou dizer que naqueles tempos, o mundo era o melhor e essas coisas pois é a mais pura mentira. Era guerra mesmo e viver num país que é assim é a pior coisa possível, não tinha como você ser feliz vendo tanto sofrimento, mais ela conseguiu e muito. O livro é forte? Claro, é para chocar as pessoas e também para dar um pouco de amor, amor ao próximo. Me diz que família que aceitaria um judeu em casa, nos tempos de Hitler? Ninguém iria aceitar, mais uma aceitou e isso faz toda a diferença. Eles não são como todo mundo. A família Hubermann mesmo com os seus defeitos, sabe dar amor. 

Quando Liesel se vê apaixonada por livros e a mulher do prefeito descobre isso, dá um toque a mais no livro. Tem o seu charme, como se diz. Eu senti tanta coisa, tristeza, alegria, raiva, magoa, compaixão, desespero. É tanto sentimento que se ficar colocando aqui, isso fica maior do que já está haha'. Uma coisa que vocês precisam saber, eu recomendo o livro e para quem achar cansativa a leitura, chegar no final vai valer cada segundo que você levou para ler. Leiam!!

Espero que a resenha não tenha ficado outra vez sem pé nem cabeça haha'. Pois isso é chato demais, o problema é que quando eu gosto não tenho palavras suficientes para descrever o livro. Então leiam =D
Beijos!

Este é o nono livro do Desafio de Férias

4 comentários:

  1. Nossa, eu AMEI esse livro! Menina, chorei tanto! Sabe aquela cena dos judeus na rua, e a Liesel sai correndo pra abraçar "aquela pessoa"? Gente, chorei tanto! Achei muito lindo!
    Gosto de livros que se passam nessa época, que envolvem esse sofrimento todo porque pra mim, essas pessoas são heroínas da injustiça!

    Beijos!

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  2. Como falei no msn, eu e minha tia estávamos falando desse livro hoje, de como não dávamos nada por ele e tal rs. Mas nos enganamos feio, geral que lê diz que é muito bom, que chorou horrores huahu isso só prova de que não devemos julgar pela capa e nem pelo título rsrs

    Amei e fiquei bastante curiosa pra ler (como faz? agora que tive que da uma parada na compra de livros kkk')

    Beeijos ;*

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  3. Aninha,

    Está aí um livro emocionante, triste, apaixonante, querido, forte, dolorido, intenso, inesquecível, tudo. Tudo ao mesmo tempo, numa mistura de sentimentos que só me fazem gostar mais e mais dele. Vou demorar pra me esquecer dessa história.

    Também chorei muito, muito no final. Puxa vida!

    Beijinhos,
    Ana - Na Parede do Quarto

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  4. Oi,

    já li esse livro e amei!! A historia realmente é muito forte e nos faz pensar!! A capa dele é muito linda!!

    Adorei a resenha!!

    Bjs

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